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O Fundador da Comunidade

Uma pequena biografia

 

O Pe. Marie Dominique Philippe, dominicano, francês, aos 63 anos de idade, tornou-se o fundador desta nova família religiosa. Ele quis que esta família existisse sob a paternidade de São João evangelista.

Nasceu em 1912, sendo o oitavo de uma família de doze filhos, dos quais sete escolheram a vida religiosa. Em 1930, entrou para os dominicanos e foi ordenado sacerdote em 1936. Ensinou teologia no Saulchoir, perto de Paris, e depois filosofia na Universidade de Friburgo, na Suíça, de 1945 a 1982.

Voltando à França com a Comunidade dos Irmãos de São João, continuou ensinando nas duas casas de formação da Congregação, sendo ao mesmo tempo quem as governava, como prior geral, dando-lhe sua paternidade espiritual.

Voltou à casa do Pai em 26 de agosto de 2006.

 

Pe. Marie Dominique aos olhos dos seus

 

Pe. Marie Dominique perdeu a voz, mas não a palavra. Nos últimos 22 anos de sua vida, apesar desta dificuldade, continuou a dedicar-se a formar pessoas, aumentando inclusive a quantidade de aulas que ministrava. Para isso, viajava constantemente.

 

Era mestre em filosofia e teologia, além de pesquisador em todos os campos do conhecimento humano. Deixou vasta produção literária, tendo publicado 37 livros dos quais 5 são transcrições de cntrevistas. Em português dispomos de 8 títulos: “Um só Deus Adorarás”, O Mistério de Cristo Crucificado e Glorificado”, “O Amor”, “O Manto do Matemático”, “Carta a um Amigo”, “São Tomás – Doutor Testemunha de Jesus”, “Introdução à Filosofia de Aristóteles” e “No Coração do Amor”. Há exemplares desses dois últimos disponiveis para venda no Convento dos Perdões.

 

De temperamento vivo, muito curioso, interessava-se em conversar com todo tipo de pessoa. Buscava expressar seus pensamentos com precisão e simplicidade, entretanto, sem  nenhuma pretenção de erudição.

 

Além da totalidade de irmãos e irmãs, recebia uma grande quantidade de pessoas que o queriam ver para aconselhamento pesssoal ou ajuda na busca da verdade

 

Uma vez, disse-nos que o lugar onde achava descanso era na oração ou na companhia dos amigos. Sempre reservava tempo à oração. Uma coisa que marcou profundamente àqueles que o conheceram foi a interioridade com que celebrava a missa.

Última atualização (Sáb, 05 de Junho de 2010 11:42)